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Setembro Amarelo: escolas, diversidade e inclusão

Setembro Amarelo: escolas, diversidade e inclusão

Como as escolas podem discutir diversidade e inclusão?

Instituições inclusivas que falam sobre os temas estão mais preparadas para combater casos de bullying, depressão e suicídio

Setembro Amarelo

Setembro é o mês da prevenção do suicídio, e suas campanhas defendem a importância do diálogo e da valorização da vida. Nesse sentido, o período pode ser utilizado para ampliar a discussão sobre diversidade e inclusão social. Muitas vezes, essas conversas são levadas para o âmbito escolar e, por isso, é importante que a escola esteja preparada para debatê-las.

Setembro Amarelo: escolas, diversidade e inclusão

Segundo o coordenador do Sistema de Ensino pH, Fabrício Cortezi, o primeiro passo é que a comunidade escolar seja diversa, integrando equipes e alunos.

O ambiente não pode ser opressor, ele tem que ser acolhedor. Precisamos entender que a diversidade é necessária e faz parte da escola, para então o debate ser estimulado”, aconselha Cortezi.

Combate ao Bullying

Quando uma instituição é inclusiva e discute diversidade, é esperado que isso ajude no combate de casos de bullying, depressão e suicídio, porque estimula o diálogo.

Dentro dos colégios, existiam disciplinas voltadas para alunos debaterem atualidades. Mas agora algumas instituições também estão preocupadas em proporcionar debates relacionados à convivência ética. Focadas no convívio com o outro”, exemplifica.


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Cortezi explica que quando se trata de diversidade e inclusão, outro ponto importante é envolver todos os professores:

Todo mundo precisa estar comprometido com o assunto para, caso exista alguma ocorrência envolvendo bullying, exclusão ou depressão dentro dos colégios, ela seja facilmente identificada”.

A ideia é que as escolas façam coisas que amenizem e deixem os alunos mais confortáveis.

Setembro Amarelo: escolas, diversidade e inclusão

O coordenador do Sistema de Ensino pH finaliza reiterando a importância dos colégios se envolverem com temas de maior sensibilidade:

O papel da escola, na verdade, é dar garantias para que os alunos se desenvolvam tanto cognitivamente quanto afetivamente. Por isso, ela é fundamental para entender e prevenir essas questões”.

Além de pensar em uma solução conversando com os alunos, é importante as instituições mostrarem para os pais o que anda sendo feito a respeito desses temas. Agendar reuniões com a família para falar da convivência ética dentro da escola, por exemplo, ajuda a incorporá-la à comunidade e a fortalecer a rede de apoio.


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