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Por que também é importante ensinar programação para meninas?

Por que também é importante ensinar programação para meninas?

Saiba porque é importante ensinar programação para meninas

Você pode nunca ter parado para pensar sobre isso, mas reflita por um momento para perceber como é verdade: quando você imagina um profissional de programação, você provavelmente pensa em um homem fazendo esse tipo de trabalho. Por isso é importante ensinar programação para meninas.

O motivo desse estereótipo? O mercado atual é realmente dominado pelo público masculino. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), as mulheres ocupam apenas 20% dos 580 mil postos de trabalho na área de TI no Brasil.

Mas, por que é relevante impulsionar a presença feminina no setor de Tecnologia da Informação? E mais importante, por que devemos incentivar as meninas de todas as idades a aprenderem linguagem de programação?

Depois de entender por que uma criança deve aprender a programar, conheça agora alguns motivos para ensinar programação para meninas.

1. A programação proporciona uma nova visão de mundo

A programação desenvolve o raciocínio lógicoestimula a criatividade e auxilia na aprendizagem de várias disciplinas escolares.

Ao aprender a linguagem dos computadores, você passa a “ler” tudo em código o que permite expandir seu entendimento sobre nosso cotidiano tecnológico, além de proporcionar novas ferramentas para ficarmos mais antenados ao que acontece no mundo globalizado em que vivemos.

Assim, todas as crianças, inclusive as meninas, devem ser encorajadas a ampliar os conhecimentos na área e buscar cursos adequados para sua formação.

2. O mercado está aquecido

O mundo da programação é uma ótima oportunidade para meninas ingressarem no mercado de trabalho. Áreas de Tecnologia da Informação (TI) e que envolvem robótica, inteligência artificial ou análise de dados são algumas das chamadas profissões do futuro.

A ausência de profissionais mulheres que sabem programação já é uma preocupação dentre as empresas do setor, que investem na diversidade e em programas de inclusão em suas contratações.

Além disso, a programação pode ser um diferencial até mesmo se você busca empregos em áreas que não lidam essencialmente com a linguagem de código sequencial, mas reconhecem quem possui essa habilidade extra no currículo.

3. Há cada vez mais incentivos

Atualmente, diversas instituições no Brasil e no mundo tentam trazer mais meninas de todas as idades para o setor. Essas iniciativas são essenciais para incentivar quem está disposta a ingressar na área ou só aprender o básico, mas acaba desencorajada pela falta de identificação e representatividade.

Os exemplos são inspiradores! A empresa Girls Who Code, por exemplo, já tem 40 mil cadastradas e promove clubes de estudo e cursos intensivos. Já a Code Like a Girl promove eventos voltados ao público feminino para inspirar e descobrir novos talentos.

Dentre os destaques nacionais, é possível citar a IEEE Women in Engineering, da UNICAMP, que realiza palestras e reuniões para o público dentro e fora da universidade; e a Ctrl+Play que também apoia e incentiva essas ações por meio de cursos voltados para crianças e adolescentes.

Conhecimento é uma ferramenta de empoderamento, e a área de programação demanda cada vez mais a presença feminina. Quem já chegou lá tem muito a mostrar e a falar sobre o assunto.

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