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Coluna Cerveja sem Frescuras: É forte? É amarga? É cara?

Coluna Cerveja sem Frescuras: É forte? É amarga? É cara?

Banner Coluna Cerveja sem frescuras

É com muito prazer que apresentamos o primeiro texto na nova Coluna, Cerveja Sem Frescuras, por Juliana Giraldini e Fabio Ottoni, confira:

 

É forte? É amarga? É cara?

 

Essa são as perguntas que a gente sempre tem que responder quando o assunto é Cerveja Artesanal. E a resposta é simples: Depende, Depende e, adivinhe, Depende. 

Você pode encontrar Cervejas Artesanais com uma graduação alcoólica de 3,5% ou até menos, por exemplo. Elas são, inclusive, mais suaves do que aquelas que chamamos de Comerciais e que estão na mesa de todo Brasileiro. 

Sobre amargor, bom, também depende, afinal de contas o universo é muito amplo e é aí que encontramos a felicidade. Mas,

Com a variedade que temos acesso, você pode encontrar cervejas amargas sim, como as famosas IPAs ou APAs, por exemplo. Mas também você tem a possibilidade de provar cervejas ‘azedas’ como uma Sour ou uma Goose, ‘adocicadas’ como as Weiss e as Witbiers, as ‘torradas’ como as Stouts, Brown Ales, e ainda as mais ‘suaves’ como as Lagers e Pilsens. Tem até cervejas feitas com frutas, como as Catharinas Sours e Fruit Beers.  E isso é só uma amostra, temos muuuuito mais tipos de cervejas!

No decorrer das nossas publicações vamos falar de cada uma, cada peculiaridade e como curtir cada paladar.

Agora, o momento crucial: preço.

Afinal de contas a gente sabe que esse também é um dos fatores principais para você decidir ou não se vai experimentar uma boa cerveja.

Cervejas Artesanais acabam sendo mais caras que as Comerciais porque o processo de fabricação é mais elaborado. E isso obviamente tem seu custo. E em contrapartida, tem a sua qualidade. Mas,

Ela se comporta exatamente como um bom vinho, uma boa vodka ou um bom whisky;que também possuem essa matemática de Qualidade X Custo.

Mas qual a vantagem em beber esses tipos de cervejas?

Simples: a experiência que elas proporcionam.

Esqueça o ‘vou encher minha cara’!

É claro que a gente gosta de dar aquela alterada no eixo quando estamos nos divertindo, mas o objetivo final em beber uma boa cerveja é apreciar o sabor que ela tem, e é aí que você, amiguinho, tem que focar.

Não é frescura nenhuma ampliar seu paladar, na verdade esse é um dos grandes baratos em poder consumir uma bebida de qualidade.

Se permitir a essa prática não traz só o prazer da ‘embriaguez’, ela é só uma consequência besta.

A Cerveja Artesanal cria conversa, troca de ideias e todo mundo vira jurado. E isso mostra o quanto essa relação é saudável! Você vai se divertir muito e com certeza conhecer pessoas muito interessantes.

Precisa de mais motivos para beber Cerveja Artesanal?

Tenha certeza que a cerveja nunca mais será apenas cerveja!


Cerveja sem Frescuras – Sobre os Colunistas:

JULIANA GIRALDINI é publicitária rural ou fazendeira criativa: cria desde logotipos até gado leiteiro, alimenta de galinhas à Redes Sociais e faz queijo, geleias e anúncios.

Em 2012, uma ida ao Almada´s Beer Store em São Paulo mudou completamente sua visão sobre cervejas ‘das boas’, como ela mesma define as cervejas artesanais. Ao ser apresentada às particularidades do paladar cervejeiro, iniciou seus estudos sobre o assunto de maneira informal e se dedica em conhecer cada vez mais rótulos e cervejarias. “Meu objetivo sempre foi ampliar o paladar e desmistificar a boa cerveja. Beber um produto de qualidade não é só curtir o prazer que ele proporciona, é valorizar uma tradição e o empenho que cada cervejaria tem em ser original. Não importa se é uma renomada cervejaria belga ou um cervejeiro caseiro, a paixão em produzir uma boa bebida é a mesma.”

Entender o mundo das cervejas artesanais é entender sobre paixões. E paixão não pode ter frescura.


 

Foto Colunista Fábio Ottoni

FABIO OTTONI é designer alcoólico: cria desde sites sóbrios até cervejas responsivas, desenha logotipos densos, impressos encorpados e faz pães, bares e eventos.

Em 2015, cedeu à paixão pela cerveja e conclui o curso de Beer Sommelier pelo ICB (Instituto da Cerveja Brasil) e na sequência, não satisfeito, se tornou Mestre em Estilos também pelo ICB. E tudo isso começou quando ele tomou a ‘pílula vermelha’ e descobriu o universo que existia além das Cervejas Comerciais, algo escondido na Matrix cervejeira.

Em 2016 se tornou sócio do The Hops Tap House em Indaiatuba e em 2019 do bar raiz Quintal da Vó, também em Indaiatuba. “As pessoas complicam as cervejas mais do que deveriam.”

Para entrar no mundo das cervejas a gente precisa de companhia. Sempre uma boa companhia! E boas companhias não podem ter frescura.


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Sobre o Autor

Rua Joaracy Mariano de Barros, 212 - Solar do Itamaracá - Indaiatuba/SP - CEP.: 13.333-390 - Tel.: (19) 3329-7741 e (19) 9.8328.4111 (What´s App) [email protected]

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