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5 coisas que você não sabe sobre a alga e deveria saber agora!

5 coisas que você não sabe sobre a alga e deveria saber agora!

Item bastante comum à culinária oriental, a alga marinha conta com diversas peculiaridades que o público em geral não conhece

As algas são um dos ingredientes mais comuns e utilizados na culinária japonesa. Além de serem fundamentais para alguns dos pratos mais consumidos da culinária oriental mundial, como o sushi e o temaki, também há quem prefira o seu consumo in natura. Embora a alga seja item básico em uma das culinárias mais apreciadas no Brasil, ainda há quem desconheça alguns fatos importantes sobre ela.

Assim, neste artigo, trazemos à tona 5 importantes considerações à respeito desse ingrediente. Então vem conferir!


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  1. São 3 os principais tipos de algas utilizadas na cozinha japonesa

O Japão cultiva, especialmente, 3 tipos de algas marinhas, utilizadas para consumo próprio ou como ingrediente em sua vasta culinária. Nori, a mais utilizada; Kombu, um tipo que normalmente é vendido seco ou em folhas prensadas, e é muito utilizado para fazer caldo de peixe; e Wakame, que é a espécie mais exótica de alga, com um verde bem vivo e sabor mais adocicado, sendo o tipo mais usado na receita da tradicional sopa de miso.

  1. A alga nori é a mais popular, mas quase deixou de existir

Hoje muito consumida em formato de folha, especialmente nas receitas de sushi, inicialmente a alga nori era feita em pasta. Essa forma de consumo se deu por centenas de anos, mudando apenas em 1750, época em que ganhou essa denominação utilizada até hoje.

Logo após a Segunda Guerra Mundial, o consumo desse tipo de alga foi drasticamente reduzido, pois o seu cultivo exige diversos cuidados — que os habitantes remanescentes não conseguiam manter. Mas por conta da dedicação à planta por parte de uma pesquisadora inglesa, a nori voltou a ser cultivada no Japão.

Porém, com diversos métodos diferentes. O nome dessa pesquisadora é Kathleen Baker, que é considerada a salvadora do nori e foi, inclusive, batizada de Mãe do Mar, recebendo uma grande estátua em sua homenagem no Japão.

5 coisas que você não sabe sobre a alga e deveria saber agora!

  1. Benefícios para a saúde

Além de grandes aliadas da culinária, as algas são plantas riquíssimas em benefícios — para o planeta e para quem as consomem. Em primeiro lugar, o fato delas serem responsáveis por grande parte da produção de oxigênio do planeta — cerca de 55% do total —, e servirem de abrigo para diversos seres marinhos, já as transforma em um alimento que faz muito bem para a Terra. Mas, se você pretende consumi-la, saiba que os benefícios continuam para muito além.

Por serem muito ricas em nutrientes, as algas ajudam na prevenção de diversos tipos de câncer. Além dos tratamentos de doenças da pele e capilares. A alga marinha contém ainda nutrientes como iodo, fósforo, ferro, magnésio e cálcio — o que é fundamental na prevenção de doenças estruturais como a osteoporose. Também são ricas em vitamina K, que tem função anti-hemorrágica e atuam diretamente na saúde gastrointestinal.

Além disso, há diversas espécies de algas que contém duas substâncias com funções antioxidantes e fotoprotetoras. Elas atuam diretamente na pele, e no retardo do envelhecimentos: os carotenoides e as micosporinas. Mais do que isso, são também ricas em proteínas e podem auxiliar na perda de peso, uma vez que têm muitas fibras e baixo teor calórico.

  1. Algas contêm frutose (cuidado, alérgicos!)

Embora bem parecidas com as verduras terrestres, as algas marinhas contam com uma concentração de fibras, minerais e frutose. Portanto, se você tem intolerância a ela, tenha muito cuidado. Vale ressaltar que em folhas secas, ou in natura, a quantidade de frutose contida é a mesma.

  1. Restrições e riscos

Além da restrição relativa aos intolerantes à frutose, é necessário observar algumas outras questões que podem gerar problemas para alérgicos. Em primeiro lugar, as algas nori têm um teor de sódio muito grande, por isso devem ser evitadas por hipertensos.

Existem dois grandes grupos de algas: as orgânicas e as inorgânicas. No segundo caso, no quais as algas são prejudiciais à saúde, vale ficar de olho em um tipo que não tratamos ainda, chamada de hijiki. Ela contém em si uma grande concentração de arsênio.

Elemento químico que, se consumido, costuma se acumular no organismo, causando efeitos tóxicos. Como sintomas, surgem dores abdominais, diarreia e problemas no fígado e coração.

Portnto quer deixar de lado a teoria sobre as algas e partir para a prática — o consumo delas? Então dá uma conferida no que o Daisho Indaiatuba tem a oferecer. São diversas opções que contam com o ingrediente no cardápio. Mas,

*Texto produzido e otimizado pela Mídia.Crawl.


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