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Asiatique Restaurante apresenta a história do Dry Martini

Asiatique Restaurante apresenta a história do Dry Martini

Novidade no Asiatique, o Dry Martini de Lichia é uma bebida histórica

Podemos dizer que a história do Dry Martini é um mistério. Desde seu criador oficial até os ingredientes e suas quantidades misturadas (ou seriam batidos?). São parte de histórias que misturam grandes nomes da literatura, cinema e política mundial.

O nosso conhecido Dry Martini pode ser uma evolução de um coquetel chamado Martinez criado por Jerry Thomas por volta de 1800. É próxima quanto aos ingredientes do nosso coquetel cheio de mistérios e aparece no livro de Jerry Thomas. Que é considerado um dos primeiros. Senão o primeiro livro sobre bebidas no mundo.

Diferença de receitas de Dry Martini

O bartender teria criado este coquetel a pedido de um cliente que após colocar uma pepita de ouro sobre o balcão, pediu algo especial. Esse pedido teria acontecido enquanto o viajante se preparava para ir para a cidade de Martinez, na Califórnia. Apesar da receita ser parecida em ingredientes, como dissemos, o sabor talvez era um tanto diferente. Já que levava o Old Tom Gin, de sabor um pouco mais adocicado, diferente do London Dry usado hoje em dia.

Muitas versões para o surgimento do Dry Martini

Outra história para o surgimento deste coquetel é que ele teria surgido na cidade de Martinez, na Califórnia. E, por isso recebeu o nome de Martini.

Ainda tem a história de que em 1910 em um hotel de Nova Iorque, John D. Rockefeller (fundador da The Standard Oil Company. Primeira no seguimento de petróleo nos USA) teria pedido ao barman John Martini um coquetel simples porém seco, logo recebeu a mistura de gin com uma sombra de vermute em uma taça, com uma azeitona dentro.

Dry Martini clássico

A parte interessante não é só por suas múltiplas histórias de sua criação, mas sim por sua receita que aparece com quantidades diferentes de vermute e gin. Para uns a medida é meio a meio, ou seja, a dose usada de gin é a mesma de vermute. Outros já dizem que o verdadeiro (se não perfeito) Dry Martini tem que ter mais vermute do que gin ou o vermute nada mais é do que a sombra da garrafa sobre o gin. Como disse o escritor Hemingway, escritor norte-americano fã desse misterioso coquetel.

Seja como for, experimentando as possíveis receitas e escutando todas as histórias já contadas com pepitas de ouro ou um pedido de simples e seco coquetel podemos dizer:

“Bartender, um Dry Martini clássico, por favor”. Independente da forma feita e as quantidades usadas, saboreamos a “única invenção americana tão perfeita quanto um soneto” (Mencken).

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