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Afinal, as anfetaminas foram ou não liberadas?

Afinal, as anfetaminas foram ou não liberadas?

Nutrólogo abre o leque sobre o uso dos medicamentos e fala sobre tratamentos que podem ser feitos a parte

 

As gorduras localizadas no nosso corpo, não apareceram ali do dia para noite. Elas são resultados de meses ou anos de uma alimentação não equilibrada e do sedentarismo. Em alguns casos, o ganho de peso pode ocorrer por fatores genéticos (familiares) e também por disfunções endócrinas.  Perder peso sem passar fome é possível sim, o fato é que estamos sempre procurando uma forma de fazê-lo rapidamente. Por isso, muitos optam pelas anfetaminas. 

Afinal, as anfetaminas foram ou não liberadas?

 

Segundo Máximo Asinelli, nutrólogo e gestor da Clínica Asinelli, em Curitiba, “esses medicamentos – tido como drogas podem ajudar um grande número de pacientes. Mas, devem ser analisados caso a caso, na relação risco x benefício. Como também, a dose adequada, pois podem trazem riscos a pessoas com predisposições a doenças cardíacas e psiquiátricas. Além de seus benefícios contra a obesidade serem limitados. Por esse motivo, as substâncias também foram proibidas nos Estados Unidos e na Europa”, pontua. Seu uso contínuo e desequilibrado pode levar à dependência e degeneração de determinadas células do cérebro, o que indica a possibilidade de produzir lesões irreversíveis em pessoas que abusam destas drogas.

 

Consumi-la ou não?

Porém, os emagrecedores anfepramona, femproporex e mazindol, viraram tema de intenso debate, após o Congresso liberar nos últimos tempos, seu uso no Brasil, sob o apoio das sociedades médicas, embora a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), siga afirmando que os riscos à saúde são maiores que os benefícios.

Asinelli destaca que embora os medicamentos tenham sido aprovados pelo Congresso, a Anvisa não pretende dar o selo de qualidade aos medicamentos, o que dificultará para os fabricantes em sua distribuição, aos comerciantes e aos consumidores, deixando-os por sua conta e risco. Diante das controvérsias, o nutrólogo expõe que “há diversos tratamentos que podem substituir o uso dos medicamentos, trazendo mais satisfação e saúde. Tais procedimentos exigem maior acompanhamento e tempo, porém apresentam maior êxito”, finaliza.

 

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